Esse ano entrei com aquela vontade... de ser um ano bendito!
E que eu venha sempre tentar e nunca desistir.
Estou tão feliz....vou fazer pós graduação, fui aprovada!
Fiocruz que me aguarde!
bjos
RL


O Amor e a Submissão – A Submissão deve ser em Amor, não por força ou violência seja ela física, emocional ou espiritual. O Amor é base do relacionamento de submissão é através dele que superamos toda e qualquer crise. Quando Pedro nega a Jesus, por exemplo: Ele negou a sua submissão a Cristo, quando Jesus ressurreto vem restaurar esse relacionamento a pergunta que ele faz é, Pedro você me ama?
Por que as pessoas hoje em dia não possuem compaixão pelas as outras?
Por que não sabem esperar o tempo de cada uma?
Por que não são delicadas?
Por que só cobram sem reparar os fatos?
Por que magoam e não pedem desculpas?
TRISTE INCOMPREENSÃO
Todos nós aspiramos, à felicidade e, quando ela surge, poucos sabem compreendê-la.
Em nossa defeituosa mentalidade, julgamos sempre muito pouco aquilo que já temos e, nessa insatisfação permanente, desprezamos a maior beleza da vida que é justamente saber contentar-se com aquilo que se possui.
O grande mal da humanidade é julgar-se injustiçada, frustada em suas aspirações; cada um de nós presume-se o mais digno do bem-estar, o mais indicado para as facilidades e as compreensões do mundo.
Exigimos sempre o melhor e o mais belo que, em nossa insensatez, é tudo aquilo que não poderá pertencer-nos.
Podemos ser amados, ricos, poderosos e saudáveis, porque sempre estaremos insatisfeitos, desejando mais alguma coisa.
Neste vasto mundo, existem tantas criaturas que sofrem e choram tanto ou mais do que nós e, como nós, desejam igualmente encontrar-se e completar-se.
Homens e mulheres no anseio de possuírem a felicidade, aniquilam toda a sua beleza porque sonham demais, idealizam quimeras, exigem absurdos, vibram apenas às emoções materiais.
Nós somos tão imperfeitos, que dificilmente encaramos com alegria a felicidade de outrem. Julgamos sempre que essa felicidade deveria ser para nós, que somos os melhores e os mais dignos seres da criação.
Pobre humanidade que procura o amor, a compreensão, o bem-estar e a alegria, dentro da indiferença, do egoísmo, da ociosidade e da inveja.
Nós sabemos apenas julgar os defeitos alheios, vibramos somente com os apelos da vaidade, da lisonja e do orgulho! No entanto, se pensássemos um pouco, se olhássemos para dentro de nós, veríamos que temos o máximo para o mínimo que merecemos!
Aquele que se julga infeliz é porque, em seu egoísmo, esquece a infelicidade dos outros; é porque alimentou dentro de si próprio esse monstro terrível da insatisfação; é porque, em sua triste incompreensão, deseja apenas aquilo que não lhe pertence.
É preciso encontrar a coragem necessária para analisarmos friamente nossas possibilidades, para compreendermos que todos os bens do mundo, os mais fabulosos tesouros da terra, seriam insuficientes para aqueles que, na insatisfação de si mesmos, não se contentam jamais!